sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Peixe Diabo Negro encontrado!!

Um dos peixes que mais raramente são vistos foi apanhado num vídeo do Aquário de Monterey Bay. Os investigadores filmaram um Diabo Negro do Mar nas profundezas do oceano, próximo à costa da Califórnia.
Quem viu o filme ‘À procura de Nemo’ tem uma noção do que é um ‘Melanocetus’, o nome científico do não menos desconhecido Diabo Negro do Mar. Pouco se sabe deste peixe que vive nas profundezas dos oceanos e que se destaca por ter uma ‘lanterna’ a pender-lhe para a frente da ameaçadora bocarra.
Medindo até nove centímetros, o Diabo Negro do Mar sobrevive às grandes pressões da água, pelo que quase nada aguenta quando capturado mais próximo à superfície.
Precisamente por viver nas profundezas, poucas são as vezes em que este pequeno familiar do tamboril é visto por olhos humanos. Mais raras aindas são as vezes que é filmado.
Pois os investigadores do Aquário de Monterey Bay (MBARI, na sigla original), na Califórnia (EUA), conseguiram filmar uma fêmea no habitat natural: nas profundezas do oceano Pacífico, embora próximo à costa norte-americana.
“Há 25 anos que mergulhamos aqui e só vimos três”, admitiu Bruce Robison, um dos cientistas do MBARI, citado pelo San Jose Mercury News.
O exemplar filmado a uma profundidade de dois quilómetros (embora possa descer até ao dobro), no vale submarino de Monterey, era uma fêmea, cujo estômago é capaz de esticar quando devora presas maiores.
Os machos são ainda mais difíceis de avistar, pois (sobre)vivem como parasitas da fêmea. “O macho morde o corpo da fêmea e os tecidos fundem-se”, explicou Bruce Robison, citado pela KSBW, acrescentando que o macho vai definhando até ser apenas os testículos.
“É um peixe lindo. Está perfeitamente adaptado ao habitat em que vive e ao tipo de vida que leva”, acrescentou Robison.
Os cientistas conseguiram capturar a fêmea filmada, que até morrer (muito em breve) será continuamente observada num tanque frio e escuro.


Fonte:http://www.ptjornal.com/

Museu do Terrooooor.....

1. House On The Rock
House On The Rock
Foi inaugurado em 1959, em Wisconsin, para abrigar uma coleção de basicamente qualquer coisa. A casa contém exposições fascinantes como uma recriação de uma cidade americana do início do século XX e um modelo que mede 200 pés de um monstro do mar. Se isso não lhe soa muito assustador, imagine que toda a coleção é deixada as traças na obscuridade, em quartos empoeirados. Também imagine essa sala com um cheiro de podridão, onde você pode apenas distinguir manequins cariados espalhados tocando velhos instrumentos musicais – algo que soa como uma sinfonia escrita no inferno.


2. Glore Psychiatric Museum
Glore Psychiatric Museum
Se você tem um gosto pelo chocante, vai gostar de conhecer um museu dedicado à história de coisas tão deliciosas como o tratamento de eletrochoque e a lobotomia. E se, por um acaso, achar que as peças deste museu são demais para você, pode relaxar assistindo a exibição “coisas terríveis que as pessoas engoliram”. Não se esqueça de verificar a área de tratamentos antigos onde você confere os instrumentos para fazer sagrar e observar o passo a passo de uma operação psicocirúrgica.



3. New Haven Ventriloquist Museum
Ventriloquist Museum
Em New Haven, Connecticut, há um museu que contém várias fileiras de bonecos de ventríloquos velhos. Quando você visita o museu, tem que ficar no palco, já que não há nenhum outro espaço livre. A maioria das pessoas não sofrem de autonomatonofobia (medo de figuras humanóides artificiais), mas mesmo os mais seguros ficariam atordoados com essa exibição horrível. Basta pensar “Chuckie” mil vezes.


4. Catacombs of Palermo
Catacombs of Palermo
As Catacumbas de Palermo não pretendiam, mas se tornaram um museu – e um museu da morte. Desde o século XVI corpos foram colocados nas entranhas do convento – tanto de monges como de membros locais da comunidade. Os corpos estão alinhados ao longo das paredes com as roupas em que foram enterrados. O ar fresco e o ambiente seco fazem com que alguns organismos fiquem bem preservados – tão bem preservados que alguns parecem estar apenas dormindo. Mas a maioria tem a aparência de cadáveres hediondos prontos para acordar a qualquer momento e atacar os visitantes.
JÁ IMAGINOU UM DESDES MUSEUS EM ALTO MAR? APAVORANTE......
Fonte:http://hypescience.com

O Peixe Diabo-Negro !!

Este peixe de aparência estranha é conhecido até pelos mais novos devido à sua participação no filme de animação À procura de Nemo. Mas que espécie de peixe é? Qual é o seu habitat? De que é que se alimenta?
Peixe Diabo Negro
O peixe-diabo negro (Melanocetus johnsonii) que pode-se encontrar em todos os oceanos, sempre a mais ou menos 2 mil metros de profundidade, mas os que ainda são jovens vivem mais à superfície para se alimentarem de plâncton.
 Este peixe é conhecido pela sua forma de atrair as suas presas, utilizando a luz que tem na sua cabeça, estando em muita profundidade onde não existe luz alguns peixes estranham ver uma luz a piscar e a mexer, quando vão ver são apanhados por uma boca enorme.

O peixe-diabo negro é arredondado e são pretos para estarem camuflados nas águas escuras da profundidade, tem os dentes muito afiados e finos porque se alimenta de peixes até maiores do que ele, quando este abre os maxilares, a sua boca é maior que o corpo que pode medir ate 18 centímetros, a luz que têm pendurada na sua cabeça emite uma luz azul -esverdeada.
A 2 mil metros sob o mar o único problema não é se alimentar, também encontrar um parceiro é uma grande dificuldade. Está tudo escuro, há muita pressão e pouca comida, motivo pelo qual a fauna não abunda, logo tampouco não é nada fácil encontrar alguém da sua espécie com vontade de procriar.
Acontece que um os cientistas começaram a ficar com a pulga atrás da orelha porque todos os peixes-diabo que eram pescados fossem fêmeas e quase sempre tinham parasitas, até que descobriram o enigma.
Os peixes-diabo macho nascem com a boca selada e um olfato super desenvolvido que é utilizado para rastrear os feromônios da diaba, que se converte na única possibilidade de evitar a sua morte. Se não encontram uma parceira, morrem de fome.
No entanto, se a encontram a coisa muda, mas o destino não é muito encantador. Uma vez que se encontram, ela segrega uma enzima que digere a pele da boca do macho e a do seu dorso, de forma que o macho fica fixado permanentemente à pele da fêmea assim como uma sanguessuga, nutrindo-se diretamente do fluxo sanguíneo de sua consorte.
 Sua única função na vida é satisfazer a "demônia" quando ela tiver uma elevação hormonal. O sonho de um gigolô de terceira elevado a seu máximo expoente, ou o macho reduzido à mínima expressão, segundo como queira ver.
O macho dessa espécie é menor e diferente de aparência da fêmea. O macho tem aproximadamente o tamanho de um dedo e tem dentes de gancho pequenos, que utiliza para agarrar uma fêmea.
 Ele deveria se chamar na verdade “parasita nojento”, uma vez que, quando se conecta a uma fêmea, seus vasos sanguíneos se juntam aos delas e ele passa o resto de sua vida ao lado da fêmea como um parasita, recebendo alimento de seu corpo. Se o macho é incapaz de se unir a uma fêmea, ele morre de fome.

Lula Vampira do Inferno

(Vampyroteuthis infernalis)
Lula Vampira do Inferno
A lula-vampira-do-inferno é uma relíquia e a única de seu tipo conhecida. Foi descrita pela primeira vez e erradamente referido como uma espécie de polvo em 1903 pelo zoólogo alemão Karl Hoon, que estudou os cefalópodes. A lula-vampiro-do-inferno não deve exceder 30 cm de comprimento e, normalmente, tem cerca de 15 centímetros. De corpo gelatinoso, dependendo das condições de iluminação torna-se aveludado preto, vermelho, roxo ou da cor marrom. Possui uma membrana ligando os oito tentáculos, cada um dos quais é coberta por fileiras de espinhos moles ou gavinhas. As ventosas estão disponíveis apenas nas extremidades dos tentáculos. O abaulamento dos olhos mede cerca 2,5 cm, sendo transparente, e também muda de cor (vermelho ou azul) dependendo da luz. Este diâmetro de 2,5 cm está os maiores tamanhos alcançados, em proporção ao corpo, entre todos os animais.
A lula-vampira-do-inferno (Vampyroteuthis infernalis) é uma espécie de lula que vive nas águas profundas do Atlântico e do Pacífico. Este é o único cefalópode conhecido pela ciência que é capaz de viver em profundidades de 400-1000mts em uma zona com um mínimo de dissolução de oxigênio. Tem um único filamento retrátil sensível, isolado e bipartido, que tem semelhanças com ambos lula e polvo.
Um raro exemplo de cefalópodes em alto-mar, de acordo com dados atuais, que vive fora da zona de penetração de luz nas profundidades de 600-900 metros ou mais. Nesta região do mundo os oceanos possuem um habitat especial, conhecida como a zona de oxigênio mínimo. Aqui, a concentração de oxigênio é muito baixa para suportar o metabolismo aeróbio da maioria dos maiores organismos. No entanto, a lula-vampiro-do-inferno pode viver e respirar normalmente nesta zona com uma concentração de oxigênio de 3%. Nenhum dos outros cefalópodes conhecido.
Fonte: http://www.cienciahoje.pt

A temível "Zona Abissal"

Corresponde a mais de 70% da biosfera do planeta, embora seja também uma das menos conhecidas. É a região mais profunda dos oceanos, localizada abaixo de dois mil metros de profundidade. Assim, além de possuir pressão extremamente alta, este ambiente se apresenta muito frio e também escuro.
Em razão destas condições, muitos estudiosos acreditavam que a zona abissal era uma região inóspita. Entretanto, na atualidade, sabe-se que esta ideia não é verdadeira. Lá são encontrados alguns animais surpreendentes, extremamente adaptados a este ambiente, com uma variedade de estratégias para conquistarem sua sobrevivência. Olhos grandes, muito pequenos ou ausentes; e tamanho corporal pequeno são algumas delas.
Outras características se referem à própria dieta: como há poucas algas nestas regiões, a maioria dos animais abissais é carnívora. Como a disponibilidade de presas não é abundante, bocas enormes e estômago de grandes proporções, encontradas, por exemplo, no diabo-marinho ou peixe-pescador-das-profundezas (Linophryne arborifera), permitem que o animal devore indivíduos tão grandes ou até maiores que ele mesmo, podendo permanecer por muito tempo sem se alimentar novamente.
Dentes afiados e entreabertos conferem melhor desempenho na hora de abocanhar a vítima e impedem que estas escapem de sua boca.
A bioluminescência, que é a capacidade de emitir luz, é outra estratégia. Tal ornamentação facilita a atração de presas e também de parceiros reprodutivos em potencial. O diabo-marinho, o peixe-víbora-abissal, o machado-de-prata (Argyropelecus hemigymnus) e a lula-vampiro (Vampyroteuthis infernalis) são alguns representantes que possuem esta adaptação.
Falando em reprodução, indivíduos de algumas espécies, como os Gonostoma gracile, possuem um modo de vida surpreendente: ora se apresentam com sexo feminino, ora, sexo masculino. Outros são hermafroditos e se autofecundam.

Talvez o caso mais surpreendente de todos seja o que acontece com o macho de Melanocetus johnsonii. Este, morfologicamente bem menor que a fêmea, fixa-se no corpo desta e passa a compartilhar até mesmo de sua corrente sanguínea, aproveitando-se de seus nutrientes, já que nasce sem sistema digestivo. Com o tempo, degenera-se, restando apenas suas gônadas.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Piratas temidos da historia

Durante algumas épocas de antigamente, a pirataria era algum comum e os capitães que comandavam as frotas piratas eram verdadeiramente temidos. Saqueadores de primeira, os piratas se destacavam por sua perspicácia e ousadia, travando batalhas sangrentas e conquistando riquezas. Confira abaixo sete dos piratas mais famosos da História.
1 – William Kidd (Escocês, 1645-1701)
Wiiliam Kidd era um elegante escocês que já havia sido um cidadão líder em Nova York. Ele se envolveu ativamente na construção da Igreja da Trindade e depois começou sua carreira como um corsário, originalmente enviado para livrar os mares dos piratas. No entanto, ele acabou se tornando um, mas com certa relutância. Ele foi eleito capitão pirata por sua tripulação e seu maior “feito” na área foi atacar uma embarcação da East India Company. Quando ele soube que estava sendo caçado por esse ato, ele enterrou um pouco de seu tesouro na Ilha Gardiner, antecipando a sua utilidade como instrumento de negociação. No entanto, ele foi capturado em Boston e enviado para a Inglaterra para julgamento. Ele foi condenado à morte e morreu depois de duas tentativas frustradas na forca. Nas primeiras vezes, a corda arrebentou. Seu corpo foi exposto e pendurado por correntes na beira do Rio Tâmisa.
2 – Edward Teach – o Barba Negra - (Inglês, 1680-1718)
Embora tenha havido piratas mais bem-sucedidos, o Barba Negra foi um dos mais conhecidos, além de ter sido amplamente temido no seu tempo. Ele comandou quatro navios e tinha um exército pirata de 300 pessoas no auge da sua carreira. Barba derrotou o famoso navio de guerra, o HMS "Scarborough", em uma batalha marítima. Ele era conhecido por enfrentar as batalhas segurando duas espadas, tendo ainda várias facas e pistolas no cinto e em um tipo de colete. Ele capturou mais de quarenta navios mercantes no Caribe e sem vacilar matou muitos dos prisioneiros reféns. Barba Negra também era conhecido por ser muito mulherengo, mas, embora ele tivesse muitas mulheres não oficiais, ele foi casado apenas com uma menina de 16 anos — diz a lenda que ele a ofereceu como um presente para sua equipe depois que ela tentou “corrigir” a seu jeito de ser. Barba foi morto decapitado após uma batalha com a Marinha Real, e sua cabeça foi levada como um aviso para outros piratas para ser exposta no Rio Hampton.
3 – Bartholomew Roberts "Black Bart" (Inglês, 1682-1722)
A tripulação de Roberts admirava a sua coragem aventureira — chamando-o de "à prova de pistola” —, embora ele tivesse entrado na pirataria de forma relutante, pois, quando mais jovem, foi vítima de piratas durante um ataque a um navio em que ele era oficial de bordo. Roberts saqueou mais de quatrocentos navios, um registro grandioso, e capitaneou navios bem protegidos em cada jornada. Ele morreu em uma batalha vigorosa contra o capitão britânico Chaloner Ogle e deixou uma legião de admiradores.
4 – Henry Every – O Grande Ben (Inglês, 1653- ano de morte desconhecido)
Henry começou sua carreira naval da Marinha Real britânica. Ele atuou em vários navios antes de se juntar a uma missão conhecida como a Expedição espanhola em 1693. Ele tornou-se capitão pirata através de um motim, levando a sua fama como um dos mais temidos e bem-sucedidos do Mar Vermelho. Apesar de ele não ter muitos navios, os dois que ele capturou estavam entre os melhores do Oceano Índico (sendo um deles um navio do tesouro, cheio de ouro e joias). Após conseguir uma grande riqueza, Henry Every se aposentou, mas ele continuou a ser caçado por toda parte e o seu verdadeiro paradeiro no momento da sua morte permanece desconhecido.
5 – Anne Bonny (Irlandesa, 1700-1782)
Quando viajou para o Novo Mundo com a sua família, Anne se apaixonou e se casou com um marinheiro pobre chamado James Bonny. No entanto, ela foi ficando decepcionada com a falta de coragem do marido e começou a procurar a companhia de homens valentes em Nassau. Entre esses homens, estava "Calico Jack" Rackham, o capitão de um navio pirata. Ela se juntou a sua tripulação enquanto agia e se vestia como um homem. Assim, ela lutou sob seu comando, e junto com a sua amiga pirata Mary Read, ela persuadiu a tripulação para travar batalhas ainda mais sangrentas e se tornou uma verdadeira pirata. No entanto, ela foi capturada com tripulação de Rackham e condenada à morte. Tanto Anne quanto Mary Read alegou gravidez na prisão enquanto aguardavam a sentença, e as suas penas de morte não foram executadas. Ninguém sabe ao certo como a famosa pirata morreu, embora haja especulações de que ela tenha voltado para casa com o marido ou com o pai.
6 – Sir Henry Morgan (Inglês, 1635-1688)
O capitão Morgan foi um dos piratas mais famosos que aterrorizaram as colônias do Caribe espanhol no final de 1600. Discretamente sancionado pela Inglaterra, Morgan tornou-se o chefe da frota jamaicana e com sucesso minou o domínio espanhol, prejudicando a normalidade nas Índias Ocidentais. Ele pode ter saqueado mais de quatrocentos navios ao longo de sua carreira pirata. Sua maior conquista foi tomar a rica cidade do Panamá com trinta navios e 1,2 mil homens. Foi devido a essa incursão, que ele foi preso e levado de volta para a Inglaterra. Depois, ele conseguiu retornar ao Caribe e viveu na Jamaica até o resto da sua vida.  
7 – Ching Shih (Chinês, 1785-1844)
Também conhecida como Cheng I Sao, Ching Shih não foi apenas a mais bem-sucedida de todas as piratas do sexo feminino, ela também foi a mais fascinante. Ching ganhou a igualdade com o marido e assumiu o seu posto após o seu falecimento. Bonita e ex-prostituta, a pirata controlou mais de 1.500 navios com 80.000 homens, saqueando navios ao longo da costa do Mar do Sul da China, ao mesmo tempo em que impunha um rigoroso código de conduta sobre a sua tripulação. Quando o governo chinês ofereceu-lhe anistia pirata universal em troca de paz, ela aceitou. Seus piratas, por outro lado, foram capazes de manter suas riquezas e lhes foram dados empregos militares. Depois disso, ela viveu a sua vida no comando de um cassino e um bordel.
Referência:hypescience.com

Fear of the Ocean Phobia – Thalassophobia

Fear of the Ocean Phobia - ThalassophobiaThere are many phobias associated with water bodies and Thalassophobia is one of them. It refers to an intense and often unwarranted fear of the ocean. The word Thalassophobia comes from Greek thalassa meaning ‘sea or ocean’ and phobos meaning fear or dread.
Thalassophobia is often related to fear of salty water, fear of large waves, fear of distance from the land as well as fear of the vast emptiness. Some Thalassophobes might not be afraid of the sea per se; they are simply afraid of encountering sea creatures. Oceans are vast and relatively unexplored and people already suffering from anxiety disorders fear it due to its “mysteries”. Sometimes, terms like Aquaphobia and Hydrophobia are often used to describe Thalassophobia. Aquaphobia is actually the fear of all kinds of water bodies or of flooding from rains, and sometimes may even be triggered by the water in a bathtub. Hydrophobia on the other hand, develops in the advanced stage of Rabies and might make a person so afraid of water that he refuses to drink any liquid. Some cases of water phobias may even be related to the fear of swallowing.

Causes of Thalassophobia

Often, we read news reports of Great white sharks, electric eels or other dangerous sea predators attacking swimmers in the ocean. We have also seen documentaries of large squids being washed up on the shore or hauled out by fishermen. All these sightings and reports can instill the fear of the ocean.
Popular books like Jules Verne’s 20,000 Leagues under the Sea have explored mythical and monstrous sea creatures (namely the Kraken which is a prehistoric cephalopod). Likewise, Moby Dick and films like Jaws depict huge whales and sharks that are not only deadly but evolved enough to think intelligently and target humans.
Similarly, real cases of ships including the Titanic drowning in the vast ocean have been made terrifyingly realistic by their movie versions. People who are very afraid of violent death or particularly of drowning are likelier to develop Thalassophobia aggravated by these movies and books.
A negative or traumatic event (experienced directly or indirectly), can also trigger a deep fear of Oceans. Sometimes, parents or caregivers unknowingly give inputs that might trigger Thalassophobia in children.
Other relatively uncommon causes of fear of the sea are linked to genetic disorders, or diseases involving the thyroid gland as well as hormonal imbalances or adrenal insufficiencies.

Symptoms of Fear of the Ocean phobia

Some cases of Thalassophobia are so severe that the symptoms might interfere with the sufferer’s day to day life. In other cases, they might manifest only when the phobic is brought to the shoreline. Some might be unable to watch pictures or images about the ocean let alone movies involving them.
Typically, the fear of the ocean phobia presents a variety of physical and emotional symptoms like:
  1. Shaking or trembling at the sight of the ocean
  2. Feeling terrified so much so that constant movie stills of death and dying play through the phobic’s mind.
  3. Feeling detached with reality, feeling numb or being unable to express oneself clearly.
  4. Weeping, running away etc.
  5. Gastrointestinal distress, nausea.
Naturally, these could be debilitating symptoms especially when they interfere with one’s social activities involving beaches or when the phobic has to encounter the sea frequently.

Overcoming Thalassophobia

Several types of therapies have shown positive results in overcoming the fear of the ocean.
Hypnotherapy- This therapy involves deep relaxation under the guidance of a trained practitioner. It helps the therapist find out the root cause of one’s ocean phobia. A series of hypnosis sessions help “debug the response to the fear” eventually minimizing the anxiety caused each time one sees the ocean.
NLP or Neuro-linguistic programming therapy- Another effective therapy is NLP therapy that helps one understand how the mind creates reality. This helps the phobic literally “reprogram his mind” to create a different response than he normally does upon confronting the object of his fears, in this case, the Ocean. Several NLP sessions might be needed to minimize and eliminate ocean phobia, depending upon its severity.
Other effective means of overcoming intense fear of oceans is through the use of energy psychology or “needle-less Acupuncture”. One must also understand that the oceans are generally safe and the instances of death related to them are far less compared to deaths caused by road accidents or natural factors. Understanding this can help one rationalize their fear. Gradually exposing oneself to the ocean can also, overtime, help one completely overcome Thalassophobia.
Referência: www.fearof.net

Projeto "Aqui não! Amigão!"

Projeto desenvolvido pelos alunos do Colégio SESI-FAMEC, integrantes da Oficina Oceano no período da tarde, em prol da conscientização dos banhistas, e moradores da praia de Guaratuba- PR, em relação aos cães que frequentam o local, e que podem ocasionar doenças e riscos à aqueles que ali se divertem!!
A propagação da campanha foi através de um estabelecimento de ensino fundamental. Com a orientação dos professores, Fábia Dias (Inglês), Rafael Lima (Biologia), e Maria de Lourdes (Língua Portuguesa).
Praia de Guaratuba-PR

Alunos conscientizando em estabelecimentos de ensino fundamental
  
Panfleto do Projeto
      

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Megalodon sharks, terror of the oceans, became extinct 2.6 million years ago

Whales may have evolved to their current massive sizes only because one of their most fearsome predators, the largest shark species known to science, went extinct, researchers say.
Primitive baleen whales, smaller than their modern-day counterparts, were a likely prey of Megalodon, a prehistoric 50-foot-long predator something like a jumbo-sized Great White, the scientists say.
In a study published in the journal PLOS One, the researchers put the date for Megalodon's extinction at about 2.6 million years ago, after which baleen whales as a group began to evolve and grow to the giant sizes seen today.
The group includes the blue whale, the largest animal on Earth that can reach lengths of 100 feet.
While the researchers acknowledge there is no definite evidence that Megalodon preferred baleen whales as prey, they note that ancient whale fossils are often discovered in company with Megalodon teeth.
If the whales were in fact a feature of Megalodon diets, then the extinction of the ancient mega-shark may have allowed them to flourish and evolve, researchers say.
"When we found out when that [extinction] happened, we noticed it coincided with the [evolution] pattern mentioned in whales," says study co-author Catalina Pimiento from the Florida Museum of Natural History. "Now we need to find out if one event -- Megalodon's extinction -- caused the other -- evolution of gigantism in whales."
The fossil record for Megalodon is spotty with a number of gaps, making an accurate determination of when it went extinct difficult, researchers say.
Pimiento and research colleagues from the University of Florida placed 42 known Megalodon fossils in a database, assigning each one an upper and lower date estimate in an attempt to narrow the gaps.
"Based on the distribution of those gaps and how those gaps change, it will then infer the point in time where that species can be considered to be extinct," researcher Chris Clements said.
That yielded a 99.9 percent certainty the mega-shark species was extinct by 2.6 million years ago, the researchers said.
That's strong evidence refuting the claims made by some people that Megalodon may still be alive and lurking in the world's ocean's today, a claim featuring prominently in some programs aired as part of the Discovery Channel's "Shark Week."
Most shark experts say they've confident the giant species is long gone.
"If a 50-foot-long predator that fed on surface animals and lived in coastal environments were still around, someone would have found evidence of this by now," shark enthusiast David Shiffman says.  

 Reference: www.techtimes.com

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

5 temores marinhos





Navios fantasmas são definidos pelo dicionário como: “navios assombrados, ou simplesmente encontrados à deriva, com sua tripulação inteira ausente ou morta”.


São exatamente como fantasmas; morrem, uma mera carcaça de corpo putrefato debaixo da terra servindo de alimento de larvas, mas lá está a alma atormentada para todos verem e relatarem ao redor do mundo! 
Octavius
Embora o navio é considerado apenas uma lenda, a história de Octavius continua a ser uma das mais famosas entre os navios fantasmas. Em 1775 o baleeiro Herald supostamente encontrou o Octavius a Oeste da Groenlândia, e ao vasculharem o navio, encontraram os corpos dos tripulantes mortos, perfeitamente congelados em carapaças de gelo. Diz-se que o mais chocante era o a cabine do capitão, onde este encontrava-se congelado com sentado sob sua mesa com uma caneta ainda em mãos, e onde jazia mais três corpos; uma mulher, um menino coberto com um cobertor, e um marinheiro com uma barril de pólvora.


Acredita-se que Octavius ficou preso numa geleira após o capitão ter a inusitada ideia de pegar um atalho pela pouca utilizada Passagem do Noroeste, com o infeliz resultado de matar toda a sua tripulação em meio ao mar no norte do Alasca. Boatos que Octavius ficou à deriva durante 13 anos, e desapareceu novamente.



Jyoti
Esse navio foi encontrado completamente vazio no Pacífico Sul em 1955. Quando estava indo para as Ilhas de Tokelau algo aconteceu; após várias horas de atraso em relação ao suposto momento em que deveria ter chegado, um sinal misterioso e inicialmente indecifrável deixou o Jyoti, e apenas após cinco semanas encontraram o navio, já completamente abandonado. Nele não não havia passageiros, funcionários, ou mesmo botes salva-vidas, e um de seus lados foi severamente danificado. Após um exame mais detalhado revelou-se que as ondas de rádio que haviam partido do Jyoti tratavam-se de um sinal de socorro criptografado, e pelo convés encontraram sacos com remédios espalhados e várias ataduras ensanguentadas. Nenhum tripulante jamais foi encontrado, e seu mistério nunca foi revelado. Se tornando assim, mais uma lenda diante tantas que assombram os navegantes.



Lady Lovibond
Em 1738 o capitão de Lady Lovibon, Simon Peel, loucamente apaixonado por uma mulher chamada Annette, resolveu fazer a festa de casamento em seu navio. Infelizmente para o casal, ver a Annette e Peel juntos aumentou a dor de John Rivers, ex-pretendente da moça e ainda insanamente apaixonado por ela. Enlouquecido, Rivers esmagou o crânio de Peel e conduziu o navio à Goodwin Sands, um campo de areia movediça, onde o navio afundou e todos morreram.
Lady Lovibond já foi visto inúmeras vezes após submergir na água, tendo registros de possíveis aparições até 1998, próximo a Kent. Muitos dos que avistaram o navio, não gostam de comentar ou relatar algo sobre o mesmo; o porque disto, não se sabe.



Mary Celeste
Em 7 de novembro de 1872, sob o comando do capitão Benjamin Briggs, o barco mercante Mary Celeste foi carregado com barris de álcool e flutuava pelo Oceano Atlântico rumo à Itália.
O brigue de nacionalidade britânica Dei Gratia (1871-1907) estava a 400 milhas a leste dos Açores quando avistou um navio à deriva, em 5 de dezembro do mesmo ano. Seu capitão, David Reed Morehouse, percebeu que se tratava do Mary Celeste, e que esta já deveria estar na Itália àquela altura. Morehouse abordou o Mary Celeste para oferecer ajuda, e se surpreendeu a se deparar com nenhuma alma viva à bordo; nada além da mercadoria e pertences dos tripulantes; a carga de 1.701 barris estava intacta, eliminando a hipótese de piratas.
Os tripulantes jamais foram encontrados. E a história de Mary Celeste assombra todos aqueles que recordam do Capitão Briggs, e comentam sobre a lenda do mesmo.



Flying Dutchman
No folclore marítimo, nenhum navio fantasma supera a fama do Flying Dutchman - o conhecidíssimo Holandês Voador.
Esse navio possui autêntico registro em documentos antigos, tendo partido de Amsterdã em 1680. Diz a lenda que ele foi alcançado por uma tormenta no Cabo da Boa Esperança e o capitão insistiu em dobrar o cabo e ir contra o sentido do vento, com o intuito de retornar. Assim, o navio foi condenado a vagar pelos mares até o fim dos tempos, visto que segundo as lendas do mar, um veleiro que navega contra o vento está fadado ao mau augoro.
Há uma variação da lenda afirmando que o capitão do Flying Dutchman, ao se confrontar com a tempestade, foi visitado por Nossa Senhora, e culpando-a pelo infortúnio amaldiçoou-a, atraindo para si mesmo a maldição de continuar vagando pelos sete mares eternamente. Lenda na qual foi encorporada por vastas histórias e contos, como o famoso filme Piratas do Caribe, e os desenhos animados de Bob Esponja e Pica-Pau.
 
Referência: misteriosfantasticos.blogspot.com.br